sexta-feira, 24 de abril de 2009
A RAZÃO PORQUE ESTAMOS
A razão porque estamos! Poderá parecer uma questão sem importância ou tão natural que nem vale a pena ser questão! Mas afinal qual a razão por nascemos, vivemos e, mais cedo ou mais tarde morremos! Mas afinal por que razão chegamos? O que fazemos ou temos para fazer? E o prémio para os que fazem muito, resolvendo permanentemente os seus problemas e daqueles outros, que afinal só chegaram para causar problemas? E depois de tudo acabar quando e onde vamos receber o prémio do merecimento?
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muitas pessoas entram e sairão da nossa vida mas só as verdadeiras amigos deixarão marcas em nosso coração!...
ResponderEliminar"O PREÇO DA VITÓRIA" O livro de 2010 perto de si, a partir de Abril. Viva também as emoções do romance onde o leitor encontrar-se-á em cada momento, porque em muitos momentos sentir-se-á como parte integrante da história!
ResponderEliminarhttp://www.avspe.eti.br/poetas2012/AngelinoPereira.htm
ResponderEliminarMeu habitat
ResponderEliminarMilagre verde, verde de esperança
cobre de vida meu planeta
em terra árida ou altos penhascos
sempre estará mãe natureza
Bola de fogo que a terra fundiu
um planeta com vida e cor
e a natureza que bichos pariu
deu-lhes tamanho e muito calor.
Metamorfoses em transformações
espécies de vida que pereceram
passaram anos em vários milhões
surgiu o homem, outros morreram
Verde graminha com água e sol
que espera o tempo pra renascer
sustenta a vida que vida nos dá
e o bicho homem que quer resistir
tem que aprender a construir
o mundo novo do seu habitat!
(In “mensagem no tempo” _Angelino Pereira_1997)
Encarnação
ResponderEliminarAo nascer gastei meu tempo
para chorar e sofrer
e no crescer do meu lamento
gasto meu tempo a morrer
Por que nasci para sofrer
por que choro mesmo sem querer
por qu’em mim s’instala a tristeza
já que a doença teima e não larga
e mais aumenta a minha mágoa
nesta vida de incerteza
onde manda a natureza.
Meu curto tempo
que tempo não tem
viagem d’agora que pára além
soneto de vida que s’esvai em pranto
caminho de choro à terra mãe
Estado sereno em despedida
no sofrimento que o mundo contém
Saído do ventre da mãe terrena
passei meu tempo em translação
de volta à terra que tudo emprenha
espero melhor encarnação!
(In “mensagem no tempo” _Angelino Pereira_1997)
Agora, nas livrarias, veja "ENCONTROS DE VIDAS" um romance apaixonante.
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